Dólar — Euro — Bitcoin —
Fundos Imobiliários

FIIs de tijolo x FIIs de papel: entenda as diferenças

Qual a diferença entre FIIs de tijolo, de papel, híbridos e Fundos de Fundos? Veja como cada estrutura gera receita e quais riscos observar.

FIIs de tijolo x FIIs de papel: entenda as diferenças
Foto: Unsplash

Dentro do universo dos Fundos Imobiliários, existe uma divisão bastante conhecida entre “fundos de tijolo” e “fundos de papel”. Entender essa diferença ajuda a montar uma carteira mais consciente sobre os riscos que está assumindo.

FIIs de tijolo

São fundos que investem diretamente em imóveis físicos: galpões logísticos, shoppings centers, lajes corporativas, agências bancárias, entre outros. A receita vem principalmente do aluguel pago pelos inquilinos desses imóveis.

Riscos comuns: vacância (imóveis sem locatário), inadimplência de inquilinos e desvalorização do imóvel em determinadas regiões ou setores.

FIIs de papel

Investem em títulos de crédito ligados ao mercado imobiliário, como CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). A receita vem dos juros pagos por esses títulos, muitas vezes indexados a índices de inflação ou ao CDI.

Riscos comuns: calote do devedor dos títulos e oscilação de preço conforme a taxa de juros da economia muda.

Muitos investidores combinam os dois tipos na carteira justamente para equilibrar as diferentes fontes de risco e retorno.

E os fundos híbridos e de fundos (FOFs)?

Também existem FIIs híbridos, que combinam tijolo e papel, e os Fundos de Fundos (FOFs), que investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação com um único ativo. Cada estrutura tem uma dinâmica própria de risco e retorno.

As informações publicadas no Investe Agora têm caráter informativo e educacional e não constituem recomendação de compra ou venda de ativos. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Antes de investir, avalie seu perfil e, se necessário, consulte um profissional certificado.

Leia também